Mapeamento étnico

Por Edoarda Massaini

Nesse post nos utilizaremos mais uma vez de mapas, uma vez que a proposta é a partir dos mesmos mostrar as diversas etnias e povos formadores, do complexo continente africano.

Após uma breve observação do primeiro mapa é possível concluir que as etnias africanas consistem em centenas. O objetivo ao se mostrar esse mapa não é para que se decore ou se apegue em detalhes. Uma breve observação já basta para nossa intenção inicial que a de o leitor perceber as diversas etnias que compõe a África.

Para simplificar um pouco nossas reflexões temos esse outro tipo de mapa onde é mostrado as principais etnias africanas, em sua origem. Bem como onde cada uma se localizaria. Está bem sintetizado, mas é necessário para que se fixe algum tipo de conhecimento um pouco mais profundo do que uma mera observação de que são muitas etnias. Nota-se também que várias etnias convivem juntamente a outras, o que nos faz questionar o grau de amizade ou conflito presente nessas relações.

Chegando ao último mapa onde temos as regiões que sofreram com o rapto de escravos, e pra onde foi deslocada essa mão de obra, repare que para o Brasil eles vieram um pouco mais do sul, partindo do porto que se encontra em Luanda indo também para Argentina. O povo capturado é o Banto. E a região mais ao norte onde os capturados foram os Sudaneses partindo do porto de Lagos em direção a New Orleans.

A partir desses três mapas esperamos sanar o desespero inicial dos alunos ao se observar tantas etnias, depois apresentar de forma bem sintética e satisfatória para o Ensino Fundamental II os principais povos, e por último ilustrar de onde vieram os escravos do Brasil e de que porto eles teriam partido.

Responses

  1. Acho que falta alguma coisa substancial que não sei bem como fazer — mas seria necessário diferenciar as etnias africanas no continente de origem e as nações africanas no Brasil; que aglutinam diversas procedencias a partir de elementos em comum: por exemplo o entendimento de linguas; principios religiiosos etc. talvez para aprofundar uma reeleitura do texto do Miller visto no curso e agora disponivel na REvista de História 164 (on-line)

  2. PS e as fontes?


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